Diversidade e Luta LGBTQIA+: Sinasefe Acre esteve entre as 38 seções participantes do 1º Encontro Nacional


A seção Sinasefe Rio Branco-Acre se fez presente no 1º Encontro da Diversidade Gênero e Sexual do SINASEFE. Representantes de 22 estados (38 seções sindicais) participaram da atividade que reuniu em São Paulo (SP) cerca de 130 pessoas, entre elas as filiadas à Seção Rio Branco-Acre, Jorgenete Crispim (TAE/Ifac-Campus Rio Branco) e Mesezabeel Alves (TAE/Ifac-Campus Tarauacá).

Ao longo de quatro dias, a programação incluiu rodas de conversa, debates políticos, manifestações artísticas e participação em atos públicos ocorridos na semana da diversidade LGBTQIAPN+.

Na quinta-feira, 19, as falas abordaram as vivências sindicais de pessoas LGBTQIAPN+ servidoras públicas dos Institutos Federais (IFs), nos aspectos de identidade, militância e organização de base. Ainda nesse segundo dia, iniciaram a elaboração da carta de São Paulo com mensagem dos participantes do encontro à base sindical.

Na sexta-feira, 20, o foco esteve nas experiências institucionais dos Núcleos da Diversidade Sexual e de Gênero (Nugeds). A escuta possibilitou a identificação de opressões e violências vividas em setores de trabalho para que se dê início na construção de estratégias de combate à LGBTfobia.

A programação culminou com atos de rua no sábado, 21, em que ocorreu 23ª Caminhada das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, pela visibilidade à luta por direitos, cidadania e reconhecimento de suas existências. No domingo, 22, houve o encerramento do Encontro com a participação do SINASEFE na 29ª Parada do Orgulho LGBTQIA+.

O público do domingo formou um grande bloco de luta que ecoou nas ruas da Avenida Paulista o tema “Envelhecer LGBT+: memória, resistência e futuro”. Além da celebração, o sindicato também se manifestou politicamente em defesa da Palestina, exigindo o rompimento das relações diplomáticas do Brasil com Israel.

O encontro fortaleceu o papel do SINASEFE na promoção da justiça social e na construção de um sindicalismo que reflete a diversidade sexual e de gênero em sua base.

Leia o texto da carta de São Paulo na íntegra!

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